quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ô bigode!


Hoje estávamos as três paisagistas do escritório almoçando juntas e uma coisa engraçada aconteceu. No fim da refeição, ficamos as três paradas, em silêncio, esperando o garçom vir para pedirmos a conta. Aqui não se pode fazer psiiiu, ei ou nada assim. Pena. O sistema, na minha opinão, funciona muito bem no Brasil. Nem quando você levanta a mão e solta um risinho cerrado, concordando com ele sobre não se sabe o quê. Aqui nem levantar a mão eles fazem. Aí fica difícil pro garçom te perceber, convenhamos! Aí, 10 minutos depois, quando finalmente o garçom olhou na nossa direção e pudemos acenar com um tchauzinho sem movimento na altura dos ombros, aí todas respiramos aliviadas e elas comentaram “Nossa, dessa vez demorou”. Expliquei que no Brasil isso não existe. Lá nós temos uma infinidade de sons e assobios destinados à esse propósito. Apelidos também e até nomes fictícios. Elas GARGALHARAM. Eu também. Disseram, depois, que esse “costume” podia cruzar o atlântico e assim os nossos almoços seriam mais rápidos. Dia desses vou tentar chamar algum garçom de Hans, pra ver se ele vem. Vai ser engraçado. Hans deve ser tipo Zé por aqui.

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